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segunda-feira, 10 de agosto de 2009

DA ARTE DE PREGAR ATRAVÉS DAS ILUSTRAÇÕES - Leia este livro online

Recebemos a dica da própria autora, a missionária Alzira Esterque: Leia gratuitamente online o excelente livro DA ARTE DE PREGAR ATRAVÉS DAS ILUSTRAÇÕES, escrito pela irmã Alzira juntamente com o Pr. Alek Sandro Batista Dias.


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Interessante também conhecer este novo serviço de publicação online, o Bookess. Admiro muito a liberalidade da irmã Alzira. Enquanto uns fazem questão de um simples poema, outros publicam livros inteiros liberalmente... Estou com estes últimos, com absoluta certeza. Num mundo moldado por Cristo simplesmente não haveria o que se chama direitos autorais, pelo menos não da forma atual, que a lógica do lucro impôs e nós, 'cristãos', aceitamos como coisa natural. Simplesmente não consigo associar isso a cristianismo - e estranho é ver que a liberalização de informação (vê a Wikipédia?) partiu em maior escala do mundo secular, e não dos cristãos. Não apóio descaradamente a pirataria - por que creio que ela, no caso cristão, pura e simplesmente não deveria existir - pois a boa informação cristã deveria ser disponibilizada gratuitamente, como Jesus faria, para quem quiser. Me parece que é o que Jesus faria - você pode visualizar algo diferente? Mas quem afinal ainda se faz essa pergunta, 'o que Jesus faria?'., quem ousa contextualizá-la para hoje, para si? Alguém pode argumentar, 'mas o obreiro não é digno de seu salário?', mas devemos como cristãos buscar o meio-termo. O acesso à verdade e à capacitação da igreja não pode ficar mesquinhamente condicionado ao 'cadê o meu $?', 'quem não paga não leva'. Fale aos proponentes da teologia da Prosperidade sobre disponibilizar pelo menos UM livro de seu catálogo, gratuitamente, como fiz a alguns anos, quando de minha conversão: serás exconjurado!
Mas muitos pensam diferente já, graças a Deus. São muitos os pastores , escritores e ministérios que disponibilizam grande quantidade de informação (e-books, cursos, gráficos, etc) na internet, no Brasil e principalmente no exterior, de forma gratuita.

O panorama geral está a mudar, e creio que em breve futuro assistiremos a uma revolução nunca vista nesta questão de direitos autorais e acesso à informação. Quem viver verá! Só gostaria que tal revolução partisse macissamente dos cristãos - seria um grande, um mega testemunho para esse mundo da informação que avança.

Sammis Reachers


sábado, 20 de junho de 2009

A Padroeira do Brasil


Todos os anos aos doze de outubro, acontece em todo Brasil as festas e solenidades alusivas a "NOSSA SENHORA", tida como protetora e padroeira do povo brasileiro. Os festejos são sempre marcados por vários eventos, tais como: Missa assistida por grande número de pessoas. Exposição da imagem da santa, a qual é cultuada e venerada com fervor. E um evento marcante que contribui para abrilhantar a festa, é a grande procissão na qual se faz presente a imagem da santa que é acompanhada por seus muitos fiéis e devotos. Ela é sem dúvida, o grande ídolo do povo católico.

Diante disto, convidamos o prezado leitor a abrir as Escrituras Sagradas e meditar nas seguintes passagens bíblicas:
“Eu sou o Senhor, este é o meu nome; Eu não darei a outro a minha glória, nem consentirei que se tribute aos ídolos (imagens de escultura) o louvor que só a Mim pertence” Isaias 42.8.
“....nada sabem e nada entendem os que carregam em procissão as suas imagens de escultura, e fazem súplicas a um deus que não pode salvar” Isaias 45.20.
Nossa Senhora Aparecida Padroeira do Brasil - Missão Terra Missão Terra Missão Terra


“Os ídolos (imagens de escultura) deles são prata e ouro, obra das mãos dos homens. Têm boca mas não falam; têm olhos mas não vêem; têm ouvidos mas não ouvem; nariz têm, mas não cheiram. Têm mãos mas não apalpam, têm pés mas não andam; nem som algum sai da sua garganta. Tornem-se semelhantes a eles os que os fazem, e todos os que neles confiam” Salmos 115.4 a 8 (Na tradução católica leia Salmos 113:B)

Nossa Senhora Aparecida Padroeira do Brasil - Missão Terra Missão Terra Missão Terra
“Reconhece pois hoje; e considera no teu coração que o Senhor é o único verdadeiro DEUS, desde o alto céu até o mais profundo da terra, e não há outro” Deuteronômio 4.39.
“Não terás outros deuses diante de Mim. Não farás para ti imagens de escultura nem semelhança alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra . Não as adorarás, nem lhes darás culto; porque Eu sou o Senhor teu DEUS, DEUS zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem” Êxodo 20.3 a 5. “E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens pelo qual devamos ser salvos” Atos 4.12.

Nossa Senhora Aparecida Padroeira do Brasil - Missão Terra Missão Terra Missão Terra
Diante destas verdades bíblicas , perguntamos aos padres e líderes católicos:
* Com que ousadia os senhores promovem solenidades alusivas ao nome desta personagem, fazendo com que ela receba honras e glórias, se a Bíblia cita em Isaias 42.8, que Nosso Senhor não aceita repartir com outras entidades a honra e a glória que só a Ele Pertence?

* Baseado em que os senhores profanam o nome sacrossanto de Nosso Senhor e Salvador JESUS CRISTO, promovendo cultos de louvor e adoração ao nome de outra “divindade”se a Bíblia diz em Atos 4.12 e Mateus 4.10 que não há salvação em nenhum outro nome dado entre os homens, e que só a Ele se deve adorar e prestar culto?


* Aonde os senhores encontram argumentos para carregar em procissão a imagem deste ídolo morto, se a Bíblia diz em Isaias 45.20 que nada sabem e nada entendem os que carregam em procissão as imagens de escultura, clamando e pedindo coisas a um deus que não consegue salvar ninguém?
A Bíblia diz que o Senhor é o único DEUS verdadeiro, e que fora dele não há outro. O único nome digno de ser reverenciado e venerado, é o nome Santo de JESUS, portanto não é aceitável apregoar-se o louvor e adoração a qualquer outra entidade, nem tampouco aos ídolos mudos.


Maria foi sem dúvida alguma, mulher de vida transparente e conduta reta, uma autêntica serva do Senhor, cujo exemplo de vida deveria ser copiado pelas mulheres de nossos dias, e sendo ela portadora de tantas virtudes, fora usada como instrumento para trazer ao mundo o nosso amado JESUS; por isso, nós cristãos, a consideramos como nossa irmã, e um dia nos encontraremos com ela na glória celestial, mas não faz sentido colocá-la como mediadora entre DEUS e os homens; pois a Bíblia confirma em I Timóteo 2.5 que há um só mediador entre DEUS e os homens; JESUS CRISTO, o Justo. Assim como também não podemos tê-la como advogada, pois a Bíblia diz em I João 2.1, que caso alguém venha a pecar, temos somente um advogado junto ao Pai, que é o Senhor JESUS CRISTO. Um outro assunto a considerar é que os Católicos confundem Maria mãe de Jesus com o Aparecida que é uma imagem encontrada no Rio Paraíba. Uma coisa não tem nada a ver com outra. Maria nós conhecemos e respeitamos, a Aparecida, esta imagem de cor negra que adoram, nós entendemos que não tem nada a ver com as Escrituras e pensamos ser uma grande ignorância religiosa prestar culto a algo assim.


Voltando a Maria: O catolicismo nos apresenta Maria como uma forte intercessora , sempre pronta a ouvir as súplicas e petições dirigidas a ela em oração, mas a Bíblia Sagrada nos garante em Eclesiastes 9.5 e 6, que as pessoas ao morrer têm sua memória entregue ao esquecimento; isto é , não possuem mais conhecimento algum do que se passa aqui em nosso meio. Assim sendo , desde o momento em que partiu desta vida até os dias de hoje, Maria nunca soube das incontáveis missas, procissões, novenas, e terços dedicados em seu louvor!!! E você leitor, continuará também dirigindo suas orações a alguém que não está lhe vendo e nem lhe ouvindo?


No Concílio de Latrão, realizado no ano de 649, o Vaticano decidiu por conta própria ensinar que Maria não teve outros filhos além do SENHOR JESUS, e continua até hoje batendo nesta mesma tecla, mas a Bíblia registra em Mateus 1.25 que José não coabitou com Maria sua mulher, somente até nascer JESUS, seu primogênito, fazendo-nos entender que depois disto o casal conviveu maritalmente, desfrutando da vida conjugal em toda a sua plenitude.


A palavra primogênito significa primeiro, e se foi o primeiro é evidente que vieram outros. Comprove esta realidade lendo Marcos 3.32, onde a irmã Maria juntamente com seus filhos e filhas procura pelo SENHOR JESUS, e também João 2.12, onde lemos que CRISTO desceu para capharnaun acompanhado de sua mãe e irmãos. Além do mais , praticar o ato conjugal e conceber filhos não é desonroso para ninguém; desonrosa é a condição de celibato a que são confinados certos religiosos.


A hiperdulia, culto em louvor a Maria, conhecida entre os católicos como “nossa senhora”, foi instituído pelo papa Adriano I , no ano 787 d.c. no Concílio de Nicéia.O culto mariano é portanto uma tradição criada pelos homens. É preferível ficar com a Bíblia , que diz: “Em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens . Negligenciando o mandamento de DEUS, guardais a tradição dos homens” Mateus 15.3 - Marcos 7.7 a 9 - Colossenses 2.8.


Lendo as Escrituras, sentimos na pessoa de nossa irmã Maria, uma mulher humilde que andava sincera diante de DEUS, levando uma vida de simplicidade e que jamais usurpou para si própria os títulos e honrarias idólatras que equivocadamente alguns prestam a ela; como por exemplo, chamá-la de “Rainha Incomparável”, “Mãe de DEUS e dos homens”, “nossa senhora do Bom Parto” , “nossa senhora da Cabeça , “Protetora e Padroeira do Brasil” , “senhora de Fátima” , “senhora do Rosário” , “senhora de Guadalupe” , e etc. Nada disso combina com a personalidade humilde e sincera que Maria tinha , aliás ela mesma tinha consciência de suas limitações. Para espanto de todos nós, a própria Maria precisou aceitar e submeter-se ao Senhor JESUS CRISTO como Senhor de sua vida para obter a salvação eterna!
Maria com muita razão assim nos exortou: “Fazei tudo o que Ele vos disser” João 2.5 - E um dos mandamentos ditos por Ele é: “Somente ao Senhor teu DEUS adorarás e prestarás culto” , Mateus 4.10 - Portanto quem faz diferente, está desacatando uma advertência dada pela própria mãe do Senhor; além do que, Nosso Senhor nunca deu permissão para venerarmos ou prestarmos culto a outras entidades além dEle próprio.


Os defensores do culto a Maria afirmam equivocadamente que o objetivo das imagens colocadas nos templos, não é o culto ou adoração, mas sim para servir como lembrança, em memorial dos santos que estão na glória. É preferível mais uma vez ficar com as Escrituras Sagradas, que dizem em Isaias 44.10, que as imagens de escultura não servem para nada e são de nenhum préstimo. Melhor é ficar com a Bíblia Sagrada e sua Verdade que nos conduz para Céu, do que com doutrinas pagãs e indigestas! Melhor é recorrer ao sangue de JESUS que nos purifica de todo o pecado, do que recorrer aos ídolos mudos do romanismo! Melhor é estar entre aqueles verdadeiros adoradores que adoram o Pai em espírito e em verdade do que com as heresias propagadas pelo clero! Melhor é estar ao lado da Verdade, pois nunca estarei só, se estiver acompanhando da Verdade! “Non sum solus, sed veritas mecum” - costumava dizer Martinho Luthero.


Melhor é beber da água da vida oferecida graciosamente por CRISTO em João 4.10, do que embriagar-se com o cálice de abominações oferecido pela Babilônia dos dias atuais! Isaias 21.9 - Apocalipse 17.5.
Melhor é crer no Deus que criou os homens, do que nos deuses que o homem criou!
Melhor ainda é acatar o conselho do Apóstolo João que nos faz a seguinte advertência:”filhinhos, guardai-vos dos ídolos” . I João 5:21


De acordo com o Salmo 115, a tal senhora é paralítica, cega, surda e muda. O que será que alguém nestas condições pode fazer pelo tão sofrido povo brasileiro? Nada! Prova disto é a situação miserável em que se encontra nosso Brasil.
A finalidade desta missiva não é ofender a quem quer que seja, e nem tampouco exaltar esta ou aquela igreja, pois religiões e igrejas, não salvam ninguém! Também não é o objetivo desta, promover as igrejas protestantes e seus líderes, porque no inferno também haverá protestantes em bom número, inclusive pastores! Isaias 56.8-12. Também não é a intenção desta tentar convencê-los, pois é impossível a um homem, convencer a outro homem a respeito do pecado; só quem pode convencer o homem do seu pecado é o Espírito Santo de DEUS. Se alguém discorda destas palavras, ou sentiu-se ofendido por elas, deve culpar a Bíblia Sagrada, pois é ela quem afirma estas verdades!
Abominamos as doutrinas pagãs ensinadas pelo clero; por outro lado não temos nada contra os sacerdotes, pois o padre, assim como o papa, é tão somente um pecador carente de conversão a Cristo, assim como qualquer outro pecador comum.
Senhores clérigos, o povo católico é inteligente, bastante sincero, e não merece continuar sendo enganado; será que já não é hora de ensinar a Verdade à eles?


Esperamos em DEUS, que entendam o propósito desta mensagem, que é pregar o Santo Evangelho de Nosso Senhor e Salvador JESUS CRISTO e mostrar através da Bíblia Sagrada que os ídolos, (Maria e as imagens), nada podem fazer por alguém. Assim sendo, perguntamos aos padres e seu rebanho se querem hoje trocar os ídolos por Nosso Senhor JESUS CRISTO.


Qualquer sacerdote fiel ao papa e a igreja de Roma rejeitaria taxativamente a uma mensagem como esta, mas se o vosso bom senso falar mais alto, convidamos-vos a deixar os ídolos mortos e aceitar ao verdadeiro DEUS, que é mui digno de ser louvado.
Querido amigo católico, onde passarás a eternidade? Tens uma opção a fazer; O paraíso celestial ou a condenação do inferno! (Purgatório não existe). JESUS CRISTO, ou os ídolos mudos de satanás! As verdades da Bíblia, ou as mentiras do engano religioso!


Para ajudá-lo em sua decisão, lembramos a você de que adorar a Maria ou nossa senhora e qualquer outra entidade além de JESUS é um grave pecado chamado idolatria.


Consulte a Bíblia em Apocalipse capítulo 21, versículo 8, e veja o que acontece com os idólatras, aqueles que praticam este pecado:
“..., e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no (inferno) lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte” .


Se mesmo conhecendo estas verdades bíblicas você, não se arrepender, não deixar a idolatria, e não aceitar a JESUS CRISTO como único Salvador, esteja certo de que seu destino será o inferno.


A missão que temos como cristãos autênticos, é pregar as verdades Bíblicas, aceitá-las ou não, é uma opção inteiramente sua; aliás, o fato de você não crer nos ensinamentos da Bíblia não fará com que eles deixem de ser verdade!


Fazemos votos que tenham optado por CRISTO e seu Santo Evangelho; do contrário terão que ouvir no dia do juízo final, as mais duras palavras que alguém pode ouvir:
“...apartai-vos de Mim, malditos, para o fogo eterno, preparando para o diabo e seus anjos!...” Mateus 25.41.

Extraído do Folheto evangelístico:"Nossa Senhora" A Padroeira do Brasil.

www.missaoterra.com

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Evangelização em Condomínios

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Sugestões para a realização de ações evangelísticas dentro de condomínios


Uma das grandes dificuldades para a evangelização nos grandes centros urbanos é a existência de muitos condomínios. Prédios altos com inúmeros apartamentos ou até mesmo aqueles formados por casas ou sobrados, como é o caso da cidade de Curitiba, capital paranaense. Os condomínios são áreas praticamente fechadas para a evangelização. É proibida a entrada de qualquer pessoa que não more nesse local, com exceção de convidados expressamente autorizados pelo morador. Esta é uma realidade para muitas igrejas que desejam realizar uma estratégia evangelística em seu bairro ou cidade. Neste caso, a evangelização de casa em casa não funciona, a evangelização em massa também não. Qualquer outra ação evangelística encontrará suas dificuldades no acesso aos moradores de condomínios.

Diante desta realidade, o que fazer? Deixar de evangelizar simplesmente porque não há acesso ao público que se deseja alcançar? De forma alguma! Deus sempre abre as portas que estão fechadas para e evangelização. A seguir estão algumas sugestões de como a igreja pode vencer estes obstáculos e realizar ações evangelísticas em condomínios.

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A primeira coisa que o/a evangelista deve fazer é realizar uma pesquisa em sua igreja, para ver se há algum membro que more num dos condomínios existentes no bairro de sua igreja, ou na área onde se pretende alcançar. Havendo alguém da igreja que more nestes condomínios facilitará muito o acesso.
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Depois de identificar os moradores de condomínios em sua igreja, inicia-se a fase de contatos entre o evangelista, o morador e o síndico do condomínio. É necessário ter um bom projeto para ser apresentado ao síndico. Este projeto deve trazer algum benefício para o público, pensando nisto, pode-se fazer algo como “promoção da família”, “Dia da Família”, etc. Na maioria dos condomínios não é permitida a realização de eventos religiosos de qualquer espécie, então é melhor tomar cuidado para não fechar esta porta. Não promova sua igreja neste projeto, promova a família, o bem-estar de seu público através da Palavra de Deus.
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Quando tudo estiver acordado, o dia e horário agendados, começa a divulgação. O convite para esta programação deve seguir alguns critérios: a) Comunique de modo que as pessoas entendam; b) Use uma uma linguagem simples, utilizando palavras compreensíveis; c) Use também na apresentação de vantagens a idéia de “o que você ganha ao aceitar o convite”. Tenha certeza de que sua mensagem é irresistível. Utilize folhetos (para serem distribuídos em todos os apartamentos), folders e cartazes para colocar na portaria ou no salão social de cada prédio.
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A programação poderá ser realizada no salão de festas do condomínio ou numa área de lazer. Neste caso, o tamanho da área/local deverá ser de acordo com o número de pessoas/crianças que participarão. Isto deve ser acertado no momento da conversa com o síndico.

Algumas das programações que podem ser realizadas em condomínios:

1. Projeto Áquila

O Projeto Áquila é uma boa estratégia para a evangelização em condomínios, e pode ser trabalhado sob o tema da família: “Celebração da Família”, “O Dia da Família”, etc. Onde podem ser montadas cinco tendas (se não tiver tendas, pode dividir em cinco grupos), com um número de 15 a 20 crianças e duração de 15 minutos em cada tenda ou grupo. (Para obter o Projeto Áquila completo você pode adquirir a Revista Evangelizar número 14 “Onde Mora a Paz?”, pág. 14 e 15).

2. Filme Socorro

Pode-se fazer uma programação para passar o filme Socorro. Para isto você pode entrar em contato com a AMME Evangelizar para saber se há algum equipamento (projetor, aparelho de DVD e telão) disponível e próximo de você. Para esta programação você precisará solicitar o Filme Socorro para um dos missionários da AMME Evangelizar. Também solicitar o Livro da Esperança para ser distribuído para as crianças que estiverem presentes.

Você pode montar o telão numa área livre (se o tempo estiver bom) e preparar uma programação de aproximadamnente três horas, começando em torno das 15h com brincadeiras populares como pega-pega, pular corda, siga-o-chefe, etc. É interessante aproveitar estas oportunidades para um bom testemunho e interação com as crianças. Por volta das 17h30min. Pode-se projetar o Filme Socorro e fazer uma aplicação da mensagem do filme na vida das crianças e dos pais que estiverem presentes, e havendo oportunidade pode-se fazer um apelo. A previsão para o encerramento desta programação é às 18h30min.

3. Kid’s Games

Os Kid’s Games são programações esportivas que apresentam lições bíblicas para crianças entre 6 e 14 anos. Esta estratégia é muito eficiente, pois a linguagem do esporte alcança pessoas de qualquer confissão de fé ou classe social. Também consegue uma boa interação entre os participantes. No final pode ser servido lanche para a garotada. É necessário ter uma equipe preparada e monitores para evitar transtornos.

Para adquirir os materiais dos Kid’s Games acesse o link: http://www.evangelizabrasil.com/2009/02/09/material-de-download-pacificadores-2009/#more-3794

Se você tiver outras sugestões para alcançar os moradores de condomínios ou queira comentar este artigo, escreva no campo abaixo.

Missionário Élcio Sales

0800 121 911 / (11)4428 3220 ou e-mail/msn: elciosales@evangelizabrasil.com

Fonte: http://www.evangelizabrasil.com/

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

INTEGRIDADE PASTORAL


Por: Pr. Nelson Bomilcar

Pastorearei o rebanho de Deus que há entre vós, não por constrangimento, mas espontaneamente, como Deus quer; nem por sórdida ganância, mas de boa vontade; nem como dominadores dos que vos foram confiados, antes, tornando-vos modelos do rebanho” (1 Pedro 5.2)

10 “O ladrão vem somente para roubar; matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância. 11 Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas 12 O mercenário, que não é pastor, a quem não pertencem as ovelhas, vê vir o lobo, abandona as ovelhas e foge; então, o lobo as arrebata e dispersa. 13 O mercenário foge , porque é mercenário e não tem cuidado das ovelhas. 14 Eu sou o bom pastor; conheço as minhas ovelhas, e elas me conhecem a mim, 15 assim como o Pai me conhece a mim, e eu conheço o Pai; e dou a minha vida pelas ovelhas.”

1. Introdução

Com temor e tremor, compartilho sobre integridade pastoral. Tema difícil para qualquer pregador ou pastor, pois é necessário um auto-exame para ver onde de fato estamos nesta caminhada e busca de integridade em nossa vocação pastoral. Sei quem sou, de onde vim, conheço meus pecados e quanto necessito da graça do Senhor para continuar no pastorado.

Penso até que tantos pastores, já de cabelos brancos e em final de caminhada e ministério, que foram e são mentores e referencias para mim hoje de integridade pastoral, poderiam falar com mais propriedade. Muitos deles, heróis anônimos que com fidelidade e perseverança cuidaram do rebanho do Senhor em circunstância adversas, em meio à contínuas provas e desertos, longe dos holofotes e palcos, de maneira humilde e despretensiosa. Até porque integridade não é uma qualidade que nasce intrínsicamente conosco. Antes, é um movimento e construção em nossa personalidade e caráter de fora para dentro; é um valor ou virtude que vai sendo desenvolvida em nós pacientemente por Deus nosso Pai, através da ação contínua de Seu Espírito, à medida que aprofundamos nosso relacionamento com Ele.

Temos que reconhecer que muitas mudanças ocorreram quanto ao entendimento da vocação e trabalho pastoral. Uma nova cultura da vocação e atuação pastoral ganha terreno na igreja em nosso século; muitos estão confusos quanto ao papel do pastor na vida da igreja. As instituições de ensino teológico, principalmente na América, desde o século passado, tem abraçado, modelos secularizados de gestão e se tornaram reducionistas quanto à atuação pastoral. O cerne e foco essencial está no Fazer do pastorado e não no Ser.

Como nos chama a atenção do Pr. Ricardo Barbosa, “estas mudanças são de natureza semântica e que trouxeram desdobramentos na atuação pastoral e na vida da igreja”. Líder e terapeuta, palavras incorporadas na descrição da vocação pastoral nos dias de hoje, não aparecem durante 20 séculos de vocação e modelo pastoral. Palavras estas que não são necessariamente incorretas, mas que trazem uma nova compreensão e descrição do trabalho pastoral, modelada em imagens do executivo ou administrador, isto é, de um profissional dentro de estruturas eclesiásticas.

O Dr. J. Packer, escritor e teólogo renomado, em uma de suas palestras/aula no Regent College onde estudei, disse que esta nova imagem de liderança, vem ao longo dos anos, corrompendo a vocação genuína do pastor e também a imagem correta do Deus Pastor, tão bem descrito no Salmo 23.

Precisamos recuperar a visão correta da vocação pastoral e de próprio Deus a quem servimos, pois Ele nos vocaciona, capacita e envia como referências, como guias espirituais para um rebanho sedento de pastores-pastores, que, com amor e compaixão, consagram seu tempo em ouvir o clamor de almas cansadas, aflitas, ovelhas que estão em busca de orientação espiritual e transformação, pessoas a quem Jesus se entregou e deu sua vida.

É oportuno refletirmos um pouco sobre a integridade do ministério pastoral, para instrução, para ensino, para termos referênciais corretas e expectativas maduras sobre o pastorado, já que distorcemos ou temos perdido através dos anos em nossa cultura, a natureza desta vocação e ministério.

2. Desenvolvimento

O que temos que buscar ou fazer para sermos íntegros e vivermos na integridade de nossa vocação?

1. A integridade de nosso amor a Deus!

Nosso relacionamento pessoal com Deus e na vivência da vocação pastoral é fundamentada em um COMPROMISSO DE AMOR. Dt. 6:5 “Amarás o Senhor teu Deus de todo o seu coração, de toda a tua alma e de toda sua força”. No contexto de Deuteronômio, para amar a Deus e cultivar este amor é necessário um abandono de falsos deuses em nossas vidas. Nossa família, nossa formação e conhecimento, nossa denominação, nossa igreja local, nosso ministério, tornam-se objeto de culto muitas vezes.

Nosso amor a Deus é o combustível para honrarmos seu chamado e sermos íntegros no exercício de nossa vocação. Tomar cuidado para não transformarmos nossa vocação em carreira profissional é prudente e sábio. Cumprimos nossa vocação movidos pelo amor a Deus é essencial.

Só assim a oração, a meditação na Palavra e a prática da direção espiritual não se tornam funcionais, apenas tarefas. Amor a Deus é demonstrado numa vida de obediência aos seus mandamentos. “Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, este é o que me ama”. A pergunta do Senhor a cada um de nós continua? Pedro, tu me amas? Nelson, tu me amas? Fabrício, tu me amas? Deus ainda nos convida a sermos pastores, mesmo com a imperfeição do nosso amor! “Vá e apascente minhas ovelhas”.

2. Integridade com a natureza e conteúdo de nossa vocação

Temos que nos balizar no que a revelação bíblica fala sobre o pastorado.

Primeiramente vemos que os apóstolos mostraram e ensinaram que todos os cristão deveriam cuidar uns dos outros com amor disposição e em constante oração (Gl 6.1-2; Hb 12.15-16; 1Jo 3.16-18; 5.16). Apesar desta instrução, designaram também para cada congregação guias espirituais, supervisores chamados de “presbíteros” ou “anciãos” (At 14.23; Tt 1.5), que deveriam cuidar do povo de Deus como os pastores cuidam das ovelhas (At 20.28-31; 1Pe 5.1-4), conduzindo-os mediante seu exemplo.

Em virtude de seu papel no Corpo de Cristo, os presbíteros são também chamados “pastores” (Ef 4.11) e “bispos” (supervisores) (At 20.28; cf. 17; Tt 1.7; cf v.5; 1 Pe 5.1-2) e são chamados por outros termos que expressam liderança, apesar de não encontrarmos a palavra líder no Novo Testamento (1 Ts 5.12; Hb 13.7, 17, 24).

As ovelhas da congregação, por seu lado, devem então reconhecer a autoridade dada por Deus a seus guias (referênciais) espirituais e seguir a orientação deles (Hb 13.17). Quem não reconhece a autoridade neles, esta recusando a autoridade de Cristo em suas vidas. A congregação deve também sustentar em oração (1 Tm 2.1-3) e também materialmente, pois “devem ser considerados merecedores de dobrados honorários os presbíteros que presidem bem, com especialidade os que se afadigam na palavra e no ensino” (1 Tm 5.18)

O modelo do pastorado aparece no Antigo Testamento, onde Deus é o Pastor de Israel (Sl 80.1). Vemos reis, sacerdotes, profetas e anciões chamados a agir como ministros de Deus, no papel de pastores subordinados (Nm 11.24-30). No Novo Testamento, Jesus é conhecido como o Bom Pastor (Jô 10.11-30) e Supremo Pastor (1 Pe 5.4), e os pastores são seus subordinados.

O modelo de Jesus é conhecido como o Bom Pastor, é aquele que orienta, que serve com amor, compaixão e constância, que cuida, alimenta, protege, cura, discípula, treina, disciplina, caminha junto e não à distância; relaciona-se com seus discípulos e ovelhas, fazendo deles, não só servos, mas amigos de Deus (Jô 15.15).

3. Integridade em nossa atuação pastoral

O pastor Eugene Peterson, escritor e professor de teologia espiritual e pastoral, ensina que “os pastores são chamados prioritariamente para cuidar de almas, de pessoas; são chamados para levar pessoas à presença de Deus, a comungarem com Deus. Devem ser homens de oração e da Palavra”, isto é, que buscam diligentemente desenvolver estas disciplinas espirituais.

O trabalho de orientação espiritual é fundamental, precisa ser resgatado na compreensão da igreja quanto ao pastorado e não ser desprezado por aqueles que tem a vocação pastoral. Junto com a oração e meditação na Palavra, é um aspecto relevante, mas desprezado em nossa cultura.

O orientador espiritual não perde o foco e dá atenção aos detalhes específicos dos incidentes diários e às ocorrências cotidianas da vida contemporânea. O orientador espiritual resiste à pressão de moldar seu trabalho pastoral pelos padrões empresariais. A orientação espiritual é a tarefa de ajudar uma pessoa ou ovelha a levar a sério o que é deixado de lado pela mente no dia a dia, tomada por outros atrativos e pela constante presença de crises. É levar a sério com atenção e imaginação disciplinadas, o que os outros vêem casualmente ou sem nenhuma importância. “Ore por mim”, um pedido simples e aparentemente despretensioso que acontece no cotidiano, recebe a máxima atenção do orientador espiritual e é priorizado.

O pastor leva a sério os momentos em que os sinais de transcendência e atuação de Deus se manifestam no meio de nossas rotinas de explosão do louvor, da angústia de culpa, dos ataques de dúvidas semanais, do tédio em orar, meditar e adorar. Não desvia a sua atenção para os clamores da cultura de realizar grandes feitos ou programas mobilizadores, que perdeu a noção do que é realmente importante e fundamental e que não se submete às nossas urgências e pressa.

Manifestações de Deus no dia a dia, no comum da vida, são sinais centrais e não periféricos na atividade pastoral e temos que encarar estes atos como eternos e não efêmeros, essênciais e não acidentais.

Orientar espiritualmente é ajudar as pessoas a buscarem a santidade pessoal a pensarem em Deus, nos seus valores, e moldar o coração e à vida na obediência de Sua Palavra.

George Foster e Dr. Billy Graham concordaram que a administração e gestão de estruturas inicialmente criadas para ajudar a vida na igreja, é uma conseqüência da atividade pastoral, enriquecida e exercida por outros membros da igreja capacitados nesta área. Afinal, a igreja é, na linguagem do apóstolo Pedro, uma comunidade de pedras que vivem, de pessoas únicas amadas por Deus, com histórias únicas e não de peças descartáveis de uma máquina.

Pastores como Jesus devem conduzir o rebanho de Deus com uma espiritualidade simples e profunda, construída na oração, meditação e estudo da Palavra. Pastores como Jesus buscam intimidade com o Pai, sendo exemplo em seu estilo de vida bem ordenado e caráter maduro (1Tm 3.1-7) e em relacionamentos sinceros e saudáveis.

Esta essência no trabalho pastoral é na maioria das vezes, uma atividade silenciosa, longe dos holofotes, sem muito brilho, sem muito reconhecimento, que não atende o clamor do povo das grandes atividades mobilizadoras e realizadoras, mas é o coração do ministério pastoral. Não existe quase nenhum reconhecimento das ovelhas por isso, mas total reconhecimento de Deus e justa recompensa no futuro.

Pastores como Jesus procuram ouvir e conhecer a Deus, e estão diligentemente chamando a atenção das ovelhas para ouvirem, discernirem e obedecerem à voz do Senhor em Sua Palavra, fazendo a Sua vontade. Pastores como Jesus não subestimam a Satanás, reconhecem as estratégias do lobo, do inimigo de nossas almas, que tenta atacar e se misturar ao rebanho para causar baixas, roubar, matar e destruir. Pastores como Jesus resistem ao lobo, defendem e protegem as ovelhas e expulsa-o das proximidades.

Pastores como Jesus não aceitam o pecado que “tenazmente nos assedia”; rechaçam-no com firmeza e procuram ensinar as ovelhas a se lavarem no sangue de Cristo quando pecam, mostrando o caminho da confissão, do quebrantamento e da humildade. Pastores como Jesus reconhecem sua humildade e portanto, identificam-se com suas ovelhas em suas dores e limitações. Pastores como Jesus “se encarnam”, tornam-se iguais às ovelhas, isto é, reconhecem que são ovelhas também do rebanho do Supremo Pastor.

Pastores verdadeiros confiam e reconhecem o poder e autoridade de Cristo e ajudam as ovelhas a aprender o caminho da dependência e submissão em obediência à esta autoridade. Pastores como Jesus buscam sempre agradar a Deus e não a homens, ensinam todo o conselho de Deus e não só a parte da mensagem.

Pastores como Jesus reconhecem que o sofrimento faz parte da vida das ovelhas e é instrumento de Deus para crescimento, fortalecimento e aprendizado.

O Dr. James Houston, teólogo, pensador cristão e pastor, tem ensinado que os verdadeiros pastores, servos com coração pastoral, não são os que estão necessariamente à frente, ou brilhando do alto dos púlpitos ou ministérios, mas são os que estão atrás e no meio do rebanho, com o cajado e vara, encorajando os que desanimam, levantando os caídos, protegendo as ovelhas, trazendo esperança aos que estão descrendo e ajudando-os a perseverar na vida cristã, curando as feridas da alma das ovelhas, acolhendo os pecadores cansados e oprimidos, corrigindo e alimentando os que se afastaram do rebanho.

Que imagem fiel e bonita do pastor, mas quanta distância do que vemos hoje no meio evangélico. Uma geração de pastores e ovelhas que infelizmente abraçaram conceitos sobre liderança pastoral baseados em moldes empresariais secularizados, ovelhas que não desejam mais pastor-pastor, mas que “projetam suas frustrações pessoais em cima dos que estão à frente, criando expectativas erradas da atuação pastoral, sobrecarregando com exigências que jamais foram solicitadas por Deus” (Larry Crabb).

Um outro aspecto interessante: alguns presbíteros, mas não todos, ensinam.(em 1 Tm 5.17; Tt 1.9; Hb 13.7, e Ef 4.11-16 lemos que Cristo deu à igreja “pastores e mestres” para equipar cada um para o serviço). Na visão apostólica de liderança congregacional, provavelmente existiram mestres que não eram presbíteros, bem como presbíteros que não ensinavam, e, também aqueles que tanto ensinavam como governavam.

Pastores são ministros da graça de Deus. Não tem nada para oferecerem de si mesmos a não ser “suas próprias inutilidades e limitações” (Henry Nouwen). Paulo, o apóstolo, entende que é um “servo inútil” já em final de ministério. Ao reconhecer sua incapacidade e finitude, o pastor se torna instrumento do amor e graça de Jesus. O que os pastores tem a oferecer são suas próprias vidas dedicadas ao Senhor e às ovelhas, para que as elas conheçam, amem, obedeçam e andem na amizade e presença do Pai e glorifiquem a Deus aqui.

Pastores como Jesus se alegram e se realizam ao ver a manifestação do Senhor na vida das ovelhas; sentem-se recompensados em serem usados por Deus, quando há restauração na vida do rebanho e em seus relacionamentos, conversão dos maus caminhos, transformações na mente, coração, caráter e temperamento; sentem-se recompensados quando percebem que as ovelhas estão levando a Palavra de Deus a sério, vivendo os valores do reino e servindo ao Pai na obra, tornando-se mais parecidos com Cristo.

Pastores como Jesus sabem que não devem esperar reconhecimento humano; pelo contrário, devem ter consciência que é uma tarefa difícil, sujeita a profundas lutas espirituais, tentações, desertos, humilhações, traições, mas que a justiça recompensa virá das mãos Daquele que o chamou e vocacionou e que prometeu sua companhia e capacitação. “Ora, logo que o Supremo Pastor se manifestar, recebereis a imarcescível coroa de glória” 1 Pe 5.4

Fonte: http://setiar.blogspot.com

sábado, 12 de julho de 2008

Cultos malignos

CULTOS AFRO

Alertamos aos leitores que o texto abaixo tem origem secular, e convém lê-lo com discernimento. É indicado para apologistas, que precisam se armar com conhecimento sobre a operação do mal.


Candomblé


É um culto afro-brasileiro. Há muitos tipos de candomblés, que perpetuam tradições diferentes, graças à influência das diversas nações africanas, representadas no Brasil pelos negros que aqui aportaram à época da escravatura. Dentre todos os Candomblés existentes, o de Angola, de Caboclo, do Congo, de Quêto e de Ewe, é o do rito Nagô que atualmente se destaca e predomina dentre todos os outros e é por esse motivo que foi o escolhido para ser abordado aqui.
Das centenas de Orixás existentes inicialmente na África Negra, somente alguns subsistem hoje no candomblé brasileiro: Oxalá, Nanã, Iemanjá, Xangô, Ogun, Iansã, Oxum, Obá, Oxóssi, Oxumarê, Omolu-Obaluaiê, Euá, Iroko, Logunedé, Ossâim, Ibêji, Ifá, Baiani e Exu, aos quais é dedicada, em datas específicas uma festa especial. A primeira etapa da cerimônia em homenagem a um Orixá consiste do sacrifício. No sacrifício, mata-se um animal de duas ou quatro patas, que pode ser galinha, pombo, cabra, bode, carneiro, porco, galo, tatu, cágado, variando também a cor, branco ou preto, dependendo da preferência do deus que está sendo homenageado na cerimônia. A matança é realizada por um sacerdote denominado de achôgun ou achégun, que, na verdade precisa sacrificar dois animais, já que durante o ritual serão realizadas duas oferendas, uma dedicada a Exú, e outra ao santo celebrado na ocasião.
O achôgun precisa seguir com meticulosidade e precisão determinados rituais, porque sem eles,o sacrifício e a oferenda, etapa seguinte da festa, perderiam por completo seu valor, não sendo aceito pelos deuses.A seguir, o animal sacrificado, vai ser preparado pela cozinheira, iyá-bassê ou abassá que também preparará as outras iguarias preferidas para os demais orixás que participarão da festa.
Dessa forma, a moela, fígado, coração, pés, asas, cabeça e o sangue do animal sacrificado são destinados ao santo da festa e, para xangô, o amalá, para Oxun, o xinxin de galinha, e assim por diante.Os fetiches, que são as pedras sagradas, consideradas como residência temporária dos deuses, precisam também receber oferendas e alimentos para que a força dinâmica e o poder dos orixás possa ser neles fixada.A esse processo de firmação das energias dos deuses dá-se o nome de assentamento e é justamente com esse intuito que são depositados juntos aos objetos mágicos a parte que restou do animal sacrificado e que não foi utilizada no preparo para a oferenda dos deuses.A terceira etapa, o padê de Exú, é sempre realizada à noite e coincide com o momento em que a cerimônia se torna pública, pois até essa etapa do ritual somente alguns integrantes da seita são autorizados a assistir.No padê pede-se a Exú, considerado um mensageiro, um intermediário entre os deuses e os homens, que vá levar aos orixás o chamado dos homens.É por esse motivo, que essa fase da cerimônia também recebe o nome de Despacho de Exú onde além dos cantos e danças, é realizada a oferenda a de um animal de duas patas que já foi morto e preparado anteriormente.
Feito isso, se inicia o toque dos tambores, rum, rumpi, e ié, que, juntamente com os cânticos característicos de cada entidade, também denominados pontos de chamada, invoca os Orixás para que desçam ao terreiro e incorporem nos médiuns, que no candomblé e na umbanda recebem o nome de “cavalo”.Os Orixás descem obedecendo uma ordem fixa e pré determinada denominada de xirê.A cerimônia prossegue com todas as entidades reunidas, dançando e, eventualmente dando conselhos até que se iniciam os cânticos de unló,isto é, os pontos que solicitam que os Orixás desçam de seus cavalos e voltem para o mundo astral.O chefe do terreiro chama-se Babalorixá se for homem e Ialorixá se for mulher.
A confraria do candomblé é formada também pelos filhos de santo e pelos ekedy ou ogan.Estes se referem à moça ou o rapaz que formam o conjunto de pessoas que participam das cerimônias como auxiliares dos filhos de santo e que, portanto, não podem cair em transe.Já os filhos de santo, são na maioria das vezes mulheres, também são chamadas de iaô e têm a função de incorporar as entidades.Para se tornar uma iaô, é necessário se submeter a um longo e complexo ritual de iniciação que começa com a tiragem dos búzios para saber a que santo pertence a pessoa, passando pela manifestação do orixá, raspagem dos cabelos, banho com as ervas do santo, corte no alto da cabeça (cura), banho de sangue animal e outros procedimentos que duram em torno de três meses.

Orixás


São divindades originárias da região de Yorubá, África Ocidental, que atuam como intermediárias entre Olórun, o Deus Supremo dos iorubá e os homens.Na África eram em número superior a 200, mas no candomblé ficaram reduzidos a 16 e na Umbanda a cerca de 8.Dentre eles, destacam-se Oxalá, Iemanjá, Nanã, Xangô, Iansã, Oxum, Ogum e Oxóssi. Oxalá é o deus da vida, uma das divindades superiores que compõe a Santíssima Trindade como filho do Criador, Olórum, o Deus supremo. Nesse sentido, é também denominado Obatalá.Rei dos Orixás, preside a regeneração, a transformação e o aperfeiçoamento. Sincretizado como o Sr. do Bonfim, este Orixá é representado em duas formas: Oxalufan e Oxaguian.Oxalufan é o Oxalá velho, bondoso, que o peso dos anos fez com que suas costas se curvassem.Oxaguian é o Oxalá guerreiro,cheio de vitalidade, símbolo da mocidade, às vezes sincretizado como Menino Jesus. Sua indumentária é saia e blusa branca, coroa de rei, corações prateados pendurados na cintura. Sua comida é ebô de milho branco e acaçá insossos, pois este Orixá não come sal. Seu dia é a sexta-feira, seu dia de festa, 29 de junho e sua saudação Epa Babá.

Iemanjá, cujo nome significa “mãe cujos filhos são peixes” é a rainha das águas. É conhecida também pelos nomes de Janaína, Sereia do Mar e Princesa de Aiucá. Orixá de rios e correntes, é considerada também como responsável pela gestação e procriação. É uma das três divindades da Santíssima Trindade da Umbanda. Devido ao sincretismo, foi associada a N.S. da Conceição e N.S. da Glória, entre outras, e o dia consagrado a ela é 8 de dezembro, se está sincretizada com a primeira santa, ou 15 de agosto, se está associada à segunda santa. Entretanto, na umbanda também é costume homenagear Iemanjá na virada de ano, sobretudo nas cidades à beira mar como Rio de Janeiro, Santos e Niterói. Sua saudação é Odôiá. É representada com saia azul e blusa branca com coroa na cabeça. Sua comida preferida é o ebô de milho branco com mel, arroz, angu, peixes brancos, etc.
Nanã é também conhecida pelo nome de Nanã Burukê.É a Orixá mais velha, que, dentre as orixás femininas é a mais respeitada e a de maior conhecimento.É relacionada à chuva, à lama, mantando também associações com a morte.Saudada com a expressão Salubá, seu dia da semana é terça feira e seu dia de festa é 26 de julho, pois sincretiza-se com Sant’Ana.É representada com indumentária branco e azul escuro ou roxo e sua comida preferida é o anderé, milho branco, inhame, arroz, etc.
Xangô é um dos filhos de Iemanjá e marido de Iansã, Obá e Oxum. Orixá forte e poderoso, é viril e atrevido e, como é sincretizado como São Jerônimo, amante da justiça. Governa o raio e o trovão e talvez seja por isso que a indumentária que o representa seja feita nas cores vermelho e branco. Além disso, leva na mão um machado de cobre denominado oxê.Seu dia de festa é o dia de São Jerônimo, 30 de setembro, seu dia da semana é quarta-feira, e sua comida favorita, caruru.É saudado pela expressão Kauô Kabiecile.
Iansã divindade feminina de temperamento dominador e apaixonado é considerada guerreira por causa de sua grande coragem. Uma das esposas de Xangô é rainha dos ventos, dos raios, dos trovões e do fogo. É o único orixá capaz de enfrentar e dominar os eguns, ou seja, os espíritos e almas dos mortos que voltam à Terra em determinadas circunstâncias.É representada vestida de saia vermelha ou vermelha e branco com muitos acessórios e adereços vermelhos além de espada de cobre, sua comida é o carajé, amalá, arroz, milho branco e feijão fradinho.Seu dia da semana é quarta-feira, sua saudação Epahei!. Considera-se o 4 de dezembro como o seu dia de festa de Iansã que foi sincretizada com Santa Bárbara.
Oxum é Orixá feminina das águas doces, uma das esposas de Xangô. Exerce o poder da fecundidade e é responsável pelo sucesso ou não dos empreendimentos. As mulheres costumam invocá-la para resolver suas questões sob o apelido de “Minha Mãe Feiticeira”. É vaidosa, ciumenta e gosta de ser presenteada com perfumes e bijuterias. Sua festa depende do santo sob o qual é sincretizada:N. S. Das Candeias, na Bahia o dia é no 2 de fevereiro e N. S Conceição, no Rio de Janeiro é no dia 8 de dezembro.Suas vestes são da cor amarelo e branca, com pano amarelo às costas, segurando nas mãos uma espada e um abebé de latão.Seu dia é sábado, sua comida favorita o omolucum e sua saudação Eri ierê ô.
Ogum é um Orixá masculino, que governa a guerra, as armas, as demandas e os metais. Sincretizou-se com São Jorge no Rio, onde é festejado no dia 23 de abril e com Santo Antônio na Bahia, sendo ali sua festa realizada em 13 de junho. Veste calça e saia azul escuro, capacete e espada de metal, seu dia da semana é quinta-feira. Adora feijões preto e fradinho, inhame e acarajé. É recebido pela expressão Ogunhê.
Oxóssi é o orixá da caça que chefia a linha de caboclos e caboclas, entre eles Urubatá, Araribóia, Caboclo das Sete Encruzilhadas, Cabocla Jurema, etc. Ele é símbolo da vegetação, protetor das causas difíceis, guardião dos alimentos e remédios.No Rio de Janeiro e Porto Alegre é sincretizado com S. Sebastião e festejado por isso em 20 de janeiro;na Bahia é sincretizado com S. Jorge, cujo dia de festa é 23 de abril.Seu dia da semana é quinta feira, sua comida predileta o axoxó, feijão fradinho torrado, inhame e arroz.Sua roupa é azul e verde no candomblé e na Umbanda verde.Usa ainda um capacete de metal prateado, couraça prateada e na mão leva um arco e flecha denominado ofá além de um iruquerê, espécie de cabo de madeira, osso ou metal com uma cauda de cavalo presa.É saudado com a expressão Okê.


Quimbanda (macumba)


A Quimbanda, também conhecida pelos leigos como macumba, é uma ramificação da Umbanda que pratica a magia negra. Embora cultuem os mesmos Orixás e as mesmas entidades, se sirvam das mesmas indumentárias, e tenham em seus terreiros semelhanças muito marcantes tais como a presença de gongá repleto de imagens dos santos católicos simbolizando os orixás, caboclos e pretos velhos, existem entre as duas religiões diferenças fundamentais e decisivas. Uma delas é que na Quimbanda são realizados despachos com animais como galos e galinhas pretas, por exemplo, pólvora, objetos da pessoa a quem se quer prejudicar, dentes, unhas ou cabelo de pessoas ou animais. Estes despachos costumam-se realizar à meia-noite em locais como encruzilhadas e cemitérios. Outra prática bastante freqüente que também se encontra presente no vodu haitiano sob o nome de paket é o envultamento. Este, diz respeito à construção de um boneco de pano ou qualquer outro material, desde que pertencente à pessoa a quem quer se prejudicar, e a seguir alfinetes ou pregos são utilizados para transpassar o corpo da imagem.
Os quimbandeiros têm como ponto principal de seu culto a invocação de Exus que na Quimbanda são considerados espíritos das trevas, uns já em estado de evolução, e outros, denominados quiumbas, espíritos atrasadíssimos e que por isso também são chamados obsessores. Existem muitos Exus: Exu das Almas, Exu Caveira, Exu das Matas, Exu Tranca Rua. Existem de igual forma, Exus femininos, como é o caso de Maria Padilha, Pombagira Mulambo, Cigana, entre outras. Uma das práticas mais conhecidas da Quimbanda é a Gira dos Exus, ou Enjira dos Exus, cerimônia realizada, via de regra à meia noite, na qual diversos Exus incorporam nos médiuns e passam a dançar, beber, fumar, utilizando-se de uma linguagem bastante grosseira.


Umbanda


A Umbanda é uma religião resultante do sincretismo afro-católico-indígena que foi fundada em Niterói, no Rio de Janeiro, em 1908 por Zélio Fernandino de Moraes. Este, após curar-se de uma paralisia considerada pelos médicos como irrecuperável, foi tomado por uma grande força espiritual, resolvendo a partir de então instituir o culto. O Caboclo das Sete Encruzilhadas, entidade que presidiu a primeira reunião, foi quem escolheu o nome Allabanda, que modificado posteriormente para Aumbanda, que em sânscrito significa “Deus ao nosso lado” ou “o lado de Deus”. Foi somente tempos depois, provavelmente por um erro de grafia, que o nome passou a Umbanda. Para esta religião, como em muitas outras, existe uma Santíssima Trindade, constituída por Tupã, o Criador, Oxalá, o filho de Deus e Iemanjá, a deusa do amor. Essas três entidades superiores são, respectivamente, derivadas do sincretismo indígena, católico e africano.
A Umbanda trabalha com sete linhas que são faixas de vibração espiritual a qual é representada e chefiada por um orixá. Cada linha é subdividida em Falanges, que por sua vez se subdivide em subfalanges, que se dividem em bandas. As bandas se ramificam em sete legiões que se repartem em sete sublegiões e estas, por fim se subdividem em sete povos. A primeira linha é chefiada por Oxalá e também é denominada linha de Santo porque abrange os santos da Igreja Católica em geral. A segunda é a linha de Iemanjá que engloba as ondinas, caboclas do mar e outras entidades relacionadas à água. A terceira, do Oriente ou de São João Batista, é formada por médicos, sacerdotes, hindus, etc. A linha de Oxóssi é a composta de caboclos e caboclas, ou seja, índios, e é comandada por São Sebastião. Na quinta linha, a de Xangô-Agodô, comandada por São Jerônimo, trabalham Santa Bárbara, caboclos e pretos-velhos.A sexta linha é a linha de Ogum ou São Jorge, que lidera caboclos, pretos-velhos e soldados romanos.Por fim, a sétima linha é a linha Africana ou de São Cipriano, onde trabalha todo o povo das Costa do Congo, de Angola e de todo povo da África.
A Umbanda é uma religião de culto material, baseada na mediunidade, na magia , com seus rituais e liturgias próprias. Dentre estes destacam-se o ponto riscado e o ponto cantado.O primeiro é a utilização de um desenho riscado com giz denominado pemba pelos umbandistas, que dependendo da forma e da cor serve para chamar determinada entidade ao mundo material. Já no segundo caso, que é uma espécie de prece evocativa cantada, existem diversos tipos. Há os pontos de louvor, utilizados apenas para homenagear determinada entidade ou abrir os trabalhos, os pontos de descida, cantados para chamar os orixás para que desçam para incorporar o médium, e os pontos de subida entoados para a desincorporação. Os médiuns são também denominados “cavalos” ou “aparelhos” e os cultos são realizados em Terreiros ou Centros embora seja freqüente a realização de oferendas nas florestas, praias e fontes de água.
A Umbanda obedece a diversos rituais que além dos já citados incluem os banhos de ervas consideradas sagradas, defumações com incensos, o uso de velas e de bebidas alcoólicas e os famosos passes, onde o médium utiliza a fumaça de seu charuto ou cachimbo e da imposição de suas mãos nas costas, na frente no braços da pessoa, realizando movimentos de cima para baixo, no intuito de neutralizar as más influências que porventura possa estar sofrendo o indivíduo.


Vodu

O termo tem origem daomeana e tanto se refere às divindades boas quanto às más. O vodu é uma religião muito popular praticada no Haiti. À semelhança do que aconteceu com os escravos no Brasil e com a religião que veio com eles da África, os negros que aportaram no Caribe também se viram obrigados a realizar um sincretismo religioso entre suas divindades e as divindades cristãs aceitas na região. Foi assim que, Olorum, a entidade máxima, o próprio criador dos deuses e dos homens do vodu haitiano, foi rebatizado como o Bon Dieu.Obatalá, que para os umbandistas e adeptos do candomblé é Oxalá, recebeu o nome de Virgem das Mercês.
Existem dois tipos de ritos no vodu, sendo que um, o rada-canzo é baseado em parte no catolicismo e em parte na magia branca, e tem como sacerdote o houngan. No outro rito, o petro, ou magia negra, seu sacerdote é denominado bocorte; é aceitável e comum a realização de trabalhos com fins maléficos. Esse último rito encerra uma série de atividades e práticas através das quais a religião vodu é mais conhecida e afamada em todo o mundo. Os deuses do rito petro possuem um caráter agressivo e bem marcante, que faz com que sejam invocados tanto para o bem como para o mal. Durante o ritual de magia negra são invocados espíritos da destruição e é comum o sacrifício de animais, que morrem simbolicamente em nome de quem se quer prejudicar. Existe também as famosas paket, que são bonecos feitos em madeira ou cera, representando as pessoas que se quer fazer mal, ou até mesmo em certos casos, eliminar.A esses bonecos, costuma-se atear fogo ou então espetar alfinetes enferrujados em regiões do corpo consideradas vitais, como por exemplo, na área relacionada ao coração.
O vodu possui uma imensa galeria de deuses aos quais denomina-se genericamente de loas, porque qualquer um que em vida tenha demonstrado em vida qualidades especiais pode ter sua alma incorporada às divindades haitianas.

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Contra tudo isso, só algo a acrescentar: O SANGUE DE JESUS TEM PODER!